quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Diocese de Leiria-Fátima tem nova página na Internet


Desde o passado dia 24 de Agosto quem visita o sitio na Internet da Diocese de leiria-Fátima, irá deparar-se com uma imagem completamente remodelada e acrescida de inúmeras novidades.

Apresenta-se com informações variadas da diocese, a agenda com os diversos compromissos e eventos, a sua constituição e história, passando pela organização territorial onde facilmente identificamos as diversas paróquias e os seus contactos.

Permite também facilmente aceder aos contactos das Pessoas que se encontram envolvidas na Diocese, desde o Bispo Diocesano até aos Funcionários Permanentes.

A nível de instituições são também disponibilizadas informações e contactos sobre todas as paróquias, Institutos, Sociedades, Associações e Instituições Católicas.
O utilizador tem também acesso a Informações diversas e a Documentação disponibilizada pela Diocese, sendo este um meio de comunicação muito útil para chegar em tempo útil a todos os interessados.

Em Subsídios pastorais são disponibilizados apoios à Liturgia, Pastoral e à Catequese.
Para facilmente descobrir o que procura, o website dispõe ainda de uma pesquisa extremamente útil e completa no topo do mesmo, que nos permite introduzir uma palavra para pesquisa e são-nos devolvidos os resultados obtidos em todo o website.
Por fim, também no topo é possível registarmo-nos na Newsletter, para que sejamos informados por e-mail de todas as novidades que vão surgindo.

“É neste espírito de expansão e irradiação da beleza e da alegria da fé, que encontramos em Cristo Jesus, que abrimos este espaço da diocese de Leiria-Fátima. Move-nos o desejo de corresponder ao desafio lançado por Jesus Cristo “Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho”, salienta o bispo diocesano aos internautas. António Marto adianta também que a Internet “tornou-se um meio imprescindível para fazer ecoar ao longe e ao largo a mensagem que nos torna felizes e alegres. Por isso não podemos deixar de a utilizar”.

Texto: Nelson Rodrigues | E-mail: nelson.rodrigues@peakit.pt | Fotos: DR

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Suplemento Tecnologias de informação - 7ª Edição



Após as férias vem o início do ano lectivo e a revolução tecnológica no ensino.

É após um período de férias que voltamos com o suplemento de Tecnologias de Informação, numa altura em que começa o ano lectivo e têm vindo a público inúmeras noticias sobre as evoluções e revoluções tecnológicas que estão a acontecer um pouco por todas as escolas públicas. Conscientes da realidade decidimos abordar um ponto fundamental mas por muitas vezes esquecido, isto porque não é visto com uma necessidade. Estou a falar da segurança, e hoje em dia com a crescente utilização das redes sem fios é fácil encontrarmos um vizinho, um café ou mesmo uma empresa que não tem a sua rede devidamente protegida e por conseguinte completamente exposta a quem deseje invadir propriedade alheia, podendo causar sérios problemas para os dados que se encontram na rede. Deixamos algumas dicas sobre formas eficazes de proteger a sua rede quer caseira, quer empresarial numa tentativa que estas sejam úteis e ajudem a melhorar a sua segurança. Não é demais lembrar que se tiver alguma questão pode utilizar o nosso espaço consultório para ver as suas questões clarificadas, bem como ver o seu site divulgado nos sites do dia.

Texto: Nelson Rodrigues | E-mail: nelson.rodrigues@peakit.pt | Fotos: DR

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

PortableApps



O PortableApps é um conjunto de aplicações que podem ser utilizadas sem ser necessário instalar no computador, tornando assim possível o uso dessas aplicação a partir de uma Pen USB.

Requisitos: Suporta Windows
Línguas: Inglês.
URL: http://portableapps.com/

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

VMware Server - tenha vários servidores num só, graças à virtualização



Utilizando o VMware Server, é possível transformar um único servidor dedicado em vários servidores virtuais, cada um porta-se como se fosse uma máquina separada.

Além da possibilidade de combinar os diversos servidores da rede local numa única máquina, permite dividir um único servidor dedicado em diversos servidores virtuais, que podem desempenhar funções secundárias. Também pode ser utilizado nos computadores de secretária e o melhor de tudo é que actualmente é uma solução gratuita.

Quase tudo pode ser simulado via software. É possível até mesmo simular um computador de arquitectura diferente, para que os softwares escritos para ele sejam executados da mesma forma que são executados dentro do seu sistema nativo.

Um dos exemplos mais conhecidos são os emuladores de jogos de vídeo antigos, que permitem executar jogos de Atari, Nintendo 8 bits, Mega-Drive, Super-Nes, Playstation e outros.

Assim como é possível emular um jogo de vídeo para executar os jogos escritos para ele, é possível simular um PC completo dentro de uma máquina virtual e até mesmo executar diversos sistemas operativos simultaneamente.

O sistema principal neste caso passa a ser chamado de host (hospedeiro) e o sistema operativo que está a executar dentro da máquina virtual é chamado de “guest” (convidado). A máquina virtual pensa que tem um PC completo para si, enquanto na verdade está dentro de uma “matrix”, na máquina virtual.

Naturalmente, este trabalho de simular um PC completo e ainda por cima com um bom desempenho não é simples, veja o caso dos emuladores de jogos de vídeo, que, de uma forma geral, precisam de um PC muito mais poderoso do que o sistema original. É preciso um Pentium 200 para emular um Super Nes (que usa um processador de 3.5 MHz e 128 KB de RAM) com qualidade.

Existem actualmente três softwares que se destacam nesta categoria, o VMware, Qemu e o Xen, que trabalham de forma ligeiramente diferente, mas com grandes diferenças práticas.

O VMware usa um conceito de virtualização. Tenta sempre que possível converter os comandos usados pelo sistema dentro da máquina virtual em comandos que o sistema host entenda e execute directamente. Isso aplica-se quando é necessário transmitir dados através da placa de rede, tocar sons na placa de som, ou executar instruções do processador. O VMware interpreta e converte instruções o mínimo possível, o que faz com que o sistema dentro da máquina virtual seja executado com um desempenho muito similar ao desempenho real da máquina.

O VMware Player, VMware Workstation e o Qemu são os mais utilizados nos computadores de secretária, onde o uso mais comum é utilizar uma máquina virtual para executar o Windows dentro do Linux, ou vice-versa. A principal utilidade da máquina virtual é executar programas gráficos, de forma a ficarcom a janela aberta continuamente.

Entretanto, num servidor dedicado as coisas são um pouco diferentes. Ao invés de se ficar o tempo todo à frente da máquina, como faria num computador de secretária, espera-se que o servidor funcione continuamente, sem precisar de muita manutenção. Embora, seja até possível instalar o VMware Player no servidor e deixá-lo activo, executando outro sistema numa máquina virtual, ele não é a solução mais prática para a tarefa, sem falar que não é possível usá-lo em servidores sem o ambiente gráfico instalado.

Chegamos então ao VMware Server, uma versão adaptada e optimizada para uso em servidores dedicados, sem monitor nem ambiente gráfico. A principal diferença é que o VMware Server é executado remotamente, e é acessível através de uma interface de administração via web (chamada de VMware Management Interface, ou MUI), onde se pode activar, desactivar e monitorizar o estado das máquinas virtuais remotamente. A ideia é que cada máquina virtual seja configurada como um novo servidor dedicado, que se administra via SSH.

Para emergências, onde seja necessário ver as mensagens de arranque ou quando precisar alterar as configurações da máquina virtual (quantidade de memória RAM reservada, CD-ROM ou imagem ISO de arranque, etc.) pode-se usar o VMware Server Console, uma interface de administração, através da qual se pode ligar remotamente a qualquer uma das máquinas virtuais disponíveis, obtendo a imagem que seria enviada para o monitor. Pode também ser utilizado para criar novas máquinas virtuais e instalar ou reinstalar o sistema.

Até Junho de 2006, o VMware Server era um produto caro, assim como o Workstation. Devido à concorrência do Xen, do Virtuozzo e do Virtual PC, a VMware resolveu passar a disponibilizá-lo gratuitamente (assim como o VMware Player). O resultado é que agora temos disponível uma solução de virtualização para servidores muito prática, e sem custos de aquisição.

Texto: Nelson Rodrigues | E-mail: nelson.rodrigues@peakit.pt | Fotos: DR